

A primeira cidade.
Cheguei direto do Rio, exausta eu acompanhei o grupo no city tour. É, não é tãão divertido assim ficar zanzando pela cidade em plena hora do almoço e você com estomago vazio. Pelo menos para mim foi assim.
Nova York era a cidade que eu mais esperava conhecer, não só por Gossip Girl, mas simplesmente porque lá parece o centro do universo, parece que tudo acontece lá. E de fato acontece.
Confesso que pra algumas pessoas não seria o melhor programa, quer dizer, se você não é louco para conhecer monumentos em baixo do sol, ver paisagens lindas, pessoas umas mais estranhas que as outras esbarrando em você como se você nem estivesse e teclando em um blackberry como se a vida dependesse disso , se você não ama metrô, nem estar em meio de formigueiros, luzes, se você não gosta muito de moda, lançamento, pretzel no central park ou gatos espanhois, Nova york não é uma boa idéia.
WOW.
OK, a times... Ah, o que dizer sobre a Times Square? Enfim só o lugar mais perfeito do universo.
Foi o ponto alto dos meus quatro dias lá.
Tentando passar -ou lembrar das- minhas sensações na hora: tente fechar os olhos e pensar em um lugar que a noite em que parece estar de dia, a luz contrai a pupila, e você aperta os olhos, lá não tem tantos taxis amarelos como o resto da cidade, porém muita gente apinhada.
Gente de toda parte, progapaganda por toda parte, letreiros por toda a parte.
Lojas de souvenirs, roupas lindas e comidas duvidaveis. Nem sei o que dizer. Eu estava chocada, mente abalada. Dizer que chorei seria demode, mas chorei sim!
O problema de Nova York - Manhattan na verdade- é o espaço, lá o espaço é pequeno demais em tudo. No quarto do hotel principalmente, com todo o luxo do mundo -sim,sem satirizar- nós dormiamos em um ovinho de codorna e alagavamos o banheiro todo dia...
Algumas brigas entre nós aconteceram devido a bagunça, à calcinhas usadas no chão, à toalhas molhadas na cama, barulho em excesso etc.
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